Ambra na imprensa: Sala de aula invertida

Diretor de educação da Ambra explica ao Estado de Minas as vantagens do ensino híbrido

A tendência da educação no Brasil, já era, mesmo antes da pandemia da COVID- 19, de ascensão do EaD. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira apontam que entre 2009 e 2019, as matrículas em graduações a distância cresceram 378,9%. Já o ensino presencial, registrou aumento de 17,8% no mesmo período.

Com o início das restrições em 2020, escolas e universidades que ofereciam a modalidade presencial foram forçadas a fazer a transição para o online e muitas descobriram as vantagens do modelo. Dessa forma, agora, com o retorno das aulas presenciais, o ensino híbrido se torna uma realidade cada vez maior.

Alfredo Freitas, diretor de educação da Ambra University, explica que antes da pandemia, um ponto de vista educacional considerado por muitos correto era de que as instituições de ensino utilizavam a internet para a massificação dos processos de aprendizagem. Quando a pandemia começou, isso mudou.

Muitos grupos de educação acabaram criando turmas on-line, lembra Alfredo, modelo que vários estudos indicavam como o melhor, no momento, para manter um ensino de qualidade, na medida em que os tutores se dedicassem a ele. “Já o modelo híbrido começa a trazer melhorias com as vantagens da parte digital e dos encontros presenciais, que se complementam, variando conforme cada prática”.

Confira aqui a matéria completa sobre o ensino híbrido com a entrevista de Alfredo Freitas ao Estado de Minas.

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